Apolo
Mesmo contra a minha vontade, agora estou nesse quarto de hotel enquanto meu irmão, Arthur, pesquisa o endereço da tal casa noturna.
— Não acho seguro ficarmos nesta cidade. Nosso pai deixou um rastro de destruição todas as vezes que passou por aqui. Com certeza, ainda tem muita gente querendo vingança — digo, tomando um gole do chá, já que não suporto álcool.
— Meu irmãozão está com medo? — Arthur debocha, com um sorriso irônico.
— Só não quero ter que limpar a bagunça que o velho deixou