O silêncio no salão era denso, quase sufocante, quando as palavras escaparam da minha boca sem que eu tivesse tempo de refletir.
— Mas o que é companheira? — perguntei, olhando primeiro para Apolo e Arthur, e depois para cada rosto ao meu redor. — Até agora vocês vivem me chamando assim… mas eu não sei o que significa. O que isso quer dizer? Eu não entendo. — Minha voz tremeu levemente, mas não recuei. — Você pode me explicar?
A pergunta pairou no ar como uma flecha certeira.
Arthur arregalou o