O mansão parecia respirar junto comigo depois que o Conselho partiu. O eco dos passos de Benjamin, Bernardo, Michael e Eva ainda parecia ressoar nos corredores, mas o silêncio que ficou depois de sua partida era muito mais pesado do que suas vozes.
Arthur e Apolo não me dirigiram palavra alguma. Não houve sequer um olhar que me oferecesse apoio. Ambos estavam magoados, isso era evidente, e eu não podia culpá-los. Mas também não conseguia me obrigar a sentir o que eles tanto diziam que existia