Ponto de Vista: Sebastian / O Demônio
A escuridão me acolhe como se eu tivesse nascido dela. Há dias que não reconheço o próprio som da minha respiração. Ela está sempre misturada com outra — mais profunda, mais grave, mais antiga. Uma respiração que raspa por dentro da minha pele como se estivesse cavando caminho para sair.
Eu, Sebastian, já não existo sozinho.
E agora, enquanto caminho pelo vale morto onde meu “exército” cresce e se contorce no chão, percebo que talvez eu já não exista mais.