XIX - PEQUENOS CONFORTOS

O frio da minha cela naquela manhã parecia ter dentes afiados, mas, pela primeira vez desde que cheguei à Fortaleza de Obsidiana, eu não estava tremendo de pavor.

O meu corpo inteiro ainda latejava com a memória da noite anterior. O cheiro de menta selvagem e álcool de ervas estava impregnado na minha pele, e o atrito fantasma das mãos calejadas de Soren na minha cintura me fez soltar um suspiro trêmulo para o teto de pedra. Nós não dormimos juntos. Depois que o furacão de desejo nos varreu na
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