Dante
Me aproximei mais um pouco. Agora estava a menos de um braço de distância. Minha mão ainda estava ali, no ar, disponível, não exigida.
- Me escuta bem. - pedi. - Você não vai me perder. Nem pra nada, nem pra ninguém, nem pra morto, nem pra vivo. Porque a diferença entre o homem que eu era e o homem que eu sou está bem aqui. - toquei, com a outra mão, o próprio peito. - Antes, eu ia pra guerra porque não tinha pra onde voltar. Hoje, eu vou porque sei exatamente pra onde quero voltar. Pra v