Dante
O mundo era barulho. Sirenes. Gritos. O som do monitor cardíaco falhando. Mas dentro da minha cabeça, havia apenas um silêncio branco. Eu estava dentro da ambulância. Minhas mãos ainda pressionavam a gaze sobre o peito dela, embora o paramédico tivesse tentado me afastar duas vezes.
- O senhor precisa soltar! - ele gritou.
- Se eu soltar, ela sangra! - rosnei, e ele viu nos meus olhos que eu mataria qualquer um que me impedisse de tentar salvá-la. - Dirija essa merda mais rápido!
Eu o