Sofia
Os dias seguintes foram um borrão de sol, sal e lençóis bagunçados. Passeamos de barco, exploramos as grutas, comemos macarrão feito à mão em vilarejos minúsculos onde ninguém sabia quem era Mario Bernardi.
Mas havia uma sombra. Pequena. Quase imperceptível. Às vezes, quando Mario achava que eu estava dormindo na espreguiçadeira, eu via. Ele pegava o celular. Lia mensagens rápidas. O cenho franzia. O maxilar travava. Ele estava monitorando a guerra.
No último dia, estávamos arrumando a