55. Descanso.
• A caminho do templo de Ruyven III
A porta rangeu ao abrir, revelando um interior modesto, mas acolhedor. O chão era de pedra batida, coberto em partes por peles envelhecidas. Uma lareira pequena já ardia com lenha crepitante, lançando sombras trêmulas pelas paredes de madeira escura. Havia apenas um banco, uma mesa baixa e uma cama coberta com cobertores simples de lã. O ar carregava o cheiro terroso de raiz fervida e fumaça doce — como se o tempo ali dentro passasse mais devagar.
Entrei