Ponto de vista do narrador
Ela sorriu, inclinando-se para beijá-lo sob o jato quente, a água escorrendo entre os corpos nus. O beijo começou suave, mas logo ganhou fome — as línguas se entrelaçando, as mãos dele subindo para apertar os seios dela, os polegares roçando os mamilos já endurecidos. Natália sentiu o pau dele endurecer contra sua barriga, quente e insistente, e um calor úmido se acumulou em seu centro.
Cadu a virou de costas com delicadeza, encostando-a no azulejo frio, o contraste com a água quente fazendo-a arfar. Ele beijou o ombro dela, descendo as mãos pela barriga até encontrar o clitóris, circulando devagar enquanto mordiscava a nuca.
— Quero você agora — sussurrou, a voz rouca de desejo.
Natália assentiu, o corpo já se entregando, mas quando sentiu os dedos dele descendo mais, lubrificando com a própria umidade dela e depois pressionando o ânus com cuidado, ela congelou por um segundo.
— Cadu…
— Confia em mim, amor — ele murmurou, beijando a lateral do pescoço. — Q