Ponto de vista do narrador
Ela ia virar para o corredor dos quartos de hóspedes quando uma mão firme segurou seu braço — não forte o suficiente para doer, mas impossível de ignorar.
— Natália — a voz dele era baixa, grave, inquestionável. — Antes de descansar, preciso de você, no meu escritório, agora.
Ela abriu a boca para protestar, mas o olhar dele a fez engolir as palavras. Havia algo ali — autoridade absoluta, desejo nu, perigo.
Sem soltar o braço dela, ele a guiou pelo corredor opo