Leo Tudor
Eu achei que já tinha sentido medo antes.
Mas nada, absolutamente nada, se comparava àquele momento em que ouvi o grito dela no meio da mata.
— JULIANA!
Minha voz saiu rasgando a garganta, mais alta do que eu pretendia, mais desesperada do que eu gostaria de admitir. Eu corri. Corri sem pensar em buraco, raiz, arma, nada. Só corri.
Quando vi a cena, meu coração simplesmente… parou.
Ela no chão. Suja de lama. Tremendo. A Mel agarrada nela como um filhote assustado.
E André. Perto dema