Leo Tudor
Saí da sala de interrogatório sem olhar para trás. O corredor parecia mais estreito agora, como se as paredes também quisessem me esmagar. Passei por Vitor sem dizer nada. Ele não perguntou. Só apontou com o queixo para a última porta à direita.
— Ele tá aí, disse baixo. Desde que chegou, não falou uma palavra.
Assenti uma única vez.
Empurrei a porta.
Fechei a porta da sala de interrogatório com calma demais.
Will estava sentado, algemado, o corpo miúdo afundado na cadeira. Diferent