Leo Tudor
Acordei antes do despertador tocar.
O quarto ainda estava mergulhado no silêncio quando calcei o tênis e saí para correr. Precisava do ar frio batendo no rosto, do corpo em movimento, de qualquer coisa que organizasse meus pensamentos.
A corrida foi longa. Ritmada. Exigente.
Quando voltei, o suor escorria pelas têmporas, e a mente finalmente parecia mais vazia.
Tomei um banho rápido, deixei a água quente cair sobre os ombros e segui com a rotina automática de sempre: camisa bem passa