Arianna apagou a luz do quarto há mais de uma hora, mas o sono não vinha.
Ela rolava de um lado para o outro na cama macia, o lençol embolado nos pés, o corpo inquieto como se tivesse tomado três cafés espressos. O ar-condicionado zumbia baixo, mas ela sentia calor. Calor por dentro.
A imagem não saía da cabeça.
David saindo do banho.
Nu.
A pele ainda brilhando com as gotas d’água.
O peito largo, os ombros fortes, o abdômen marcado, a linha de pelos escuros descendo… e depois…
Ela virou de bruç