Capítulo 145 O desconhecido

Cyrus

Chego ao castelo com François ao meu lado, cada passo ecoando pelos corredores de pedra como um martelo que pressagia tempestade. Sinto o ar pesado, quase palpável, impregnado de algo corrosivo, algo sutil que parece se espalhar pelos salões vampíricos.

Ao adentrar o pátio principal, há uma sensação de presságio. As tochas ardem com labaredas trêmulas, como se reagissem à inquietude que carrego no peito. Sem hesitar, seguimos direto para o escritório principal, onde sei que Naty e Prya n
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