Sinto um estalo na pele, como se o ar dentro dos muros do castelo fosse impregnado por um veneno invisível, e cada respiração me arranhasse por dentro.
Desde o amanhecer percebo algo estranho, o silêncio entre as sombras parece carregado de presságios, e o odor do lugar soa contaminado, como se segredos sombrios se espalhassem sem barreiras.
É um dia que se arrasta como todos os outros, mas tudo em mim grita que algo mudou, o castelo dos vampiros nunca dorme totalmente, e hoje sinto um formig