Stella está deitada sobre meu peito, a respiração dela ainda encontrando o ritmo depois do que vivemos há poucos minutos. Minha mão desliza devagar pelas costas dela, pelas curvas que eu conheço tão bem, pela pele quente que ainda pulsa sob o meu toque.
Ela está calma.
E quando Stella está calma, eu também estou.
O quarto está em penumbra, iluminado apenas pela luz fraca do abajur que deixei aceso. Eu consigo ver o brilho dos fios de cabelo dela espalhados no meu peito, como um lembrete suave d