O tribunal de Florença surge diante de nós como uma fortaleza antiga, austera, de pedra clara e janelas altas, exatamente como tudo que representa justiça na Itália: solene, pesado, impossível de ignorar. O carro desacelera antes mesmo de parar, não por cautela do motorista, mas porque a multidão impede qualquer movimento brusco. A imprensa está em peso. Câmeras, flashes, microfones erguidos como armas. Gritos atravessam o ar.
O nome de Stella.
O meu.
Perguntas que não querem respostas — querem