Mundo de ficçãoIniciar sessãoEu não percebo quando começa.
Só sei que estou sentada à escrivaninha do escritório, a casa silenciosa demais para o horário, o cursor piscando na tela do computador como se estivesse me cobrando alguma coisa. Escrevo uma frase. Apago. Escrevo outra. Minhas mãos estão frias, mesmo com o aquecedor ligado. O chá ao meu lado já esfriou há muito tempo.
Há dias em que escrever é refúgio.
Hoje, parece confronto.
As palavras que surgem não são da história que eu deveria estar criando. São lembranças. Sensações. Fragmentos de uma versão minha que eu pensei ter deixado para trás.
Meu peito aper







