Eu fecho a porta do quarto devagar, como se o silêncio fosse frágil demais para ser quebrado. Lá fora, Alice finalmente dormiu — apesar da empolgação do dia, da gracinha que ela faz com a minha barriga, da curiosidade infinita sobre o bebê que ainda nem nasceu.
Aqui dentro, porém… aqui é só nós dois. E o peso que eu carrego.
Romeo está sentado na ponta da cama, cabeça baixa, esfregando a palma da mão contra a coxa como faz quando está ansioso. Ele levanta os olhos devagar quando ouve meus passo