Os dias seguintes passaram em um ritmo estranho, como se eu estivesse vivendo em dois mundos paralelos.
No primeiro, eu era apenas Lucile: filha, estudante, mulher que carregava livros debaixo do braço enquanto acompanhava o som dos passos pelos corredores frios do hospital. O cheiro constante de antisséptico grudava na pele, e cada visita à minha mãe se tornava uma mistura de alívio e dor. Alívio por vê-la lutar, por ainda poder segurar sua mão. Dor por não poder arrancar a doença dela e j