A expressão de Pitter suavizou no instante em que Amara entrou no quarto, como se um peso invisível tivesse sido tirado de seus ombros.
— Terminou o trabalho? — perguntou, a voz mais branda do que de costume.
— Sim, quase pronto. — Amara respondeu, aproximando-se da cama. Com delicadeza, ajudou Théo a se acomodar sob as cobertas.
O menino, que momentos antes rejeitara o livro de contos de fadas, agora o segurava firme com as duas mãos e o oferecia a ela.
— Quer que eu continue de onde paramos on