A noite tinha se despedido lentamente sobre os vinhedos, e a bruma da manhã se erguia como um véu sobre as parreiras. O vento frio trazia o cheiro da terra úmida, misturado com o aroma suave das uvas recém-colhidas. O silêncio era quase sagrado.
Na varanda principal de Montevino, Matteo observava o horizonte, segurando nas mãos o caderno azul de Isabella. As palavras escritas ali pareciam pulsar com uma energia viva, como se o papel respirasse memórias.
Aquela garrafa encontrada — o “Vinho Esq