Me obriguei a ir no banheiro e mergulhar na banheira, deixando que a água quente envolvesse meu corpo e levasse com ela parte do cansaço e da dor que me consumiam.
As lágrimas já não desciam, mas a alma ainda sangrava.
Por horas, chorei até não restar nada. Agora, o que restava era o vazio, e dentro dele, uma estranha lucidez.
Enquanto o vapor subia, eu encostei a cabeça na borda fria da banheira e respirei fundo.
Precisava parar de me lamentar.
O Sheik tinha o poder, o dinheiro, as regras, mas