Aquele olhar.
Profundo. Escuro. Intenso.
Ele me observava como se me conhecesse por inteiro, como se cada reação minha estivesse exatamente onde ele queria que estivesse.
E então ele sorriu.
Não era um sorriso gentil, nem divertido. Era um sorriso perigoso. Um sorriso de quem sabe exatamente o que faz.
Eu estava ferrada não por estar num quarto de hotel com um homem que tinha poder suficiente para comprar a minha virgindade, mas por estar diante de alguém que poderia me destruir por dentro sem