Ele apertou meu seio mais forte, e em seguida começou a chupá-lo levemente, a língua quente dele fez eu soltar outro gemido.
— Eles são durinhos e têm o tamanho perfeito, cabem perfeitamente nas minhas mãos, terei tempo para devorá-los.
Ele se afastou de mim devagar, como quem saboreia cada segundo do próprio poder.
Cada passo que ele dava parecia mais calculado que o anterior, e a forma como seus olhos permaneciam cravados em mim me deixava sem ar.
Não havia nada de pressa em seus gestos e isso, de alguma forma, era ainda mais assustador.
— Fique aí.
Ele ordenou, a voz grave, rouca, sem elevar o tom.
Eu obedeci.
Não sei se porque estava com medo ou porque, no fundo, já sentia que resistir a ele era inútil.
Ele caminhou até o canto da suíte, onde ficava o sistema de som. A suíte inteira exalava luxo e intimidação ao mesmo tempo, cortinas longas, tapete grosso, luzes amareladas e macias, como se todo o ambiente tivesse sido feito para que ninguém jamais quisesse sair dali.
Eu o ob