O caminhão dos correios militares chegou logo depois do almoço. O motorista desceu com uma sacola cheia de envelopes, chamando nomes que iam surgindo numa lista amassada. Cada pessoa que recebia uma carta parecia menor e maior ao mesmo tempo. Era como se o mundo antigo espiando por uma fresta.
Eu não esperava nada. Já tinha me acostumado à ideia de que ninguém fora dali sabia onde eu estava. Mas então ouvi meu nome.
— Isabelle Laurent? — chamou o soldado, erguendo um envelope pardo.
Eu congelei