Na manhã seguinte, Deborah apareceu com a prancheta de sempre, mas o rosto estava menos pesado. O capitão Vieira tinha deixado uma lista de materiais destinados às atividades infantis — livros, cadernos, lápis de cor — e autorização oficial para transformar o galpão na sala que a gente sonhava.
— Não vai ser só improviso — disse Deborah, tentando conter um sorriso. — Vai ser uma escola mesmo.
June ergueu os braços no ar, como se comemorasse um gol.
— Eu sabia que a gente era importante demais p