A semana que antecedia o baile de quinze anos de Aurora transformou a mansão Dumont em um formigueiro de atividades. O silêncio que outrora reinava naqueles corredores fora substituído pelo som de máquinas de costura, organizadores de eventos discutindo orçamentos e o constante vaivém de entregas. No entanto, por trás da fachada de celebração e do luxo das flores que chegavam de Holambra, uma corrente subterrânea de tensão começava a puxar os alicerces daquela família reconstruída.
Aurora, a