Rocco Mancini
Fomos em busca do meu segundo convidado, queria que essa reunião fosse completa!
Depois que já mercenários entenderam que eu não estava morto, e que Marco não iria nem pagar por seus serviços. Os quatro foram mortos porque eu não deixo pontas soltas, quem me garante que eles não fossem fazer algo contra mim ou a minha família?
O asfalto sob os pneus do SUV parecia gemer enquanto subíamos as colinas áridas nos arredores de Roma. O esconderijo de Lorenzo não era uma fortaleza; era um buraco, uma vivenda decrépita que cheirava a mofo e desespero, escondida atrás de oliveiras retorcidas que pareciam braços de condenados implorando por misericórdia.
Eu estava no banco de trás, sentindo o calor da minha própria fúria competir com a febre que tentava subir pelo meu corpo. A ferida no meu abdómen repuxava, mas a dor era o combustível que eu precisava. Ao meu lado, o silêncio de Matteo era sepulcral. Carlos liderava o grupo tático que já cercava o perímetro. Todos sabiam que h