Aurora Mancini
Na manhã seguinte, o sol de Milão entrou timidamente, banhando o quarto com uma luz dourada e suave. Luigi já estava de pé, mas não vestia o terno habitual. Ele usava apenas uma calça de pijama escura, os pés descalços no mármore aquecido. Ele trouxe uma bandeja com café expresso forte, frutas frescas e cornetti ainda quentes.
— Eu poderia me acostumar com isso — eu disse, espreguiçando entre os travesseiros.
— Não se acostume muito. Amanhã você volta para a universidade e eu