POV Sophia Sinclair
Mansão Sinclair – Dia seguinte
O despertador tocou às 5h30. Mas eu já estava acordada. Aliás, acho que nem cheguei a dormir de verdade. Só fechei os olhos e deixei o tempo passar, como se o colchão fosse uma espécie de bote salva-vidas em alto-mar, tentando manter meu corpo à tona enquanto a cabeça afundava. A lembrança da noite anterior ainda estava grudada em mim como perfume barato. Aquele jantar maldito. O vestido vermelho. O nome Grecco pairando como sentença. E, claro…