O silêncio dele me irritava. Não por ser cruel… mas por esconder coisas que eu queria entender. Kael sempre foi assim — frio, calculado, cheio de barreiras invisíveis. Mas hoje, quieto, alguma coisa nele parecia... instável. Como se o controle que ele tanto prezava estivesse começando se rachar de algum modo.
— Você sente alguma coisa ou só finge muito bem? — minha pergunta saiu antes que eu pensasse. Dura. Mais do que deveria.
Ele não respondeu de imediato. A mandíbula travou, os olhos fixos e