A madrugada estava silenciosa, mas dentro de Isadora um turbilhão começava a se formar. Eram quase três da manhã quando ela acordou com uma dor diferente. Uma contração firme, profunda, como se o próprio Gabriel estivesse dizendo: "Cheguei, mamãe."
Ela se levantou com calma, levou a mão à barriga e sorriu, mesmo com a tensão.
— Está na hora, meu filho. Mas vai com calma... a mamãe está aqui.
Isadora foi até o quarto da tia deu duas batidas leves na porta e disse que está na hora tia. Cata