O auditório da nova Escola Livre de Castelvetro não era luxuoso.
Bancos de madeira, painéis solares no telhado e uma lousa grande ao fundo. Mas, naquela manhã, o espaço pulsava com energia. Jovens de diversas comunidades, com idades entre 15 e 22 anos, se reuniam para o Primeiro Encontro Raízes de Jovens Autônomos.
Era o primeiro evento internacional liderado inteiramente por uma nova geração.
Valentina assistia da lateral do palco, sentada com um caderno no colo. Observava com atenção, mas