O silêncio na sala era tenso.
Valentina estava diante de uma câmera. Nada de maquiagem, nem luz artificial. Apenas a luz natural entrando pela janela da fazenda nos Alpes, iluminando seu rosto marcado por olheiras, cansaço e algo mais forte: convicção.
Francesca ajustava o microfone com delicadeza, como se cada fio representasse um limite a ser ultrapassado.
— Você tem certeza disso? — perguntou. — Ainda podemos vazar as informações sem rosto, sem nome.
— Não. Se for pra mudar alguma coisa,