As paredes da mansão pareciam mais apertadas naquela manhã. A claridade que entrava pelas janelas altas não trazia calor, mas uma frieza cortante, como se soubesse o que estava prestes a acontecer. Pravat acordou cedo, mesmo depois da noite mal dormida. Os segredos revelados por Arun e a sombra do seu avô pairavam sobre sua mente como nuvens carregadas antes da tempestade.
Arun ainda dormia em um dos quartos de hóspedes, exausto pelas memórias que decidira abrir. O velho confidente não era apen