Era o tipo de evento que só acontecia uma vez por geração.
O Centro Internacional de Convenções de Genebra, na Suíça, parecia pulsar com uma energia que misturava tensão, curiosidade e urgência. Ali, sob cúpulas de vidro, bandeiras de dezenas de países tremulavam, representando um novo tipo de assembleia: não regida por forças políticas tradicionais, mas por um senso coletivo de verdade e reparação.
Jornais do mundo inteiro chamavam de “o tribunal do século”. Alguns grupos conservadores a viam