O céu de Bangkok parecia mais carregado do que o habitual naquela tarde abafada. O calor era sufocante, mas Pravat mal notava. Seus olhos estavam fixos na janela do táxi enquanto os prédios passavam como vultos borrados. A cidade fervilhava como sempre, mas algo dentro dele estava congelado, suspenso entre ansiedade e antecipação.
Ao lado dele, Bela observava cada movimento, sentindo a tensão que irradiava do corpo do amigo. Ela sabia o que aquela viagem significava. Estavam prestes a encarar u