O avião pousou com um leve solavanco, como se a própria terra estivesse reagindo à chegada de algo inevitável. Bangkok se estendia além das janelas, vibrante e caótica como sempre — uma tapeçaria viva de concreto, fios elétricos e cores intensas, pulsando sob um calor úmido e opressivo. Para Pravat, era como voltar ao centro de um furacão que nunca parou de girar.
Do lado de fora, o céu estava nublado, como se a cidade soubesse que algo se aproximava. Era início da tarde, mas uma estranha penum