O silêncio da madrugada ainda dominava o quarto quando Lívia abriu os olhos. Por um instante, ela não sabia ao certo onde estava, até sentir o peso do braço de Arthur sobre sua cintura. O calor dele, o ritmo sereno da respiração, o cheiro suave do perfume ainda impregnado no lençol. Aquilo não era um sonho. Ela realmente havia passado a noite nos braços dele.
Virou-se devagar, encontrando o rosto dele parcialmente iluminado pela luz fraca que vinha da janela. Arthur dormia profundo, os traços