O vilarejo de Orvalen, outrora coberto por névoas e ameaças silenciosas, agora era banhado por uma luz suave. A manhã chegou como uma benção. Pela primeira vez em meses, o ar estava leve, sem aquele peso oculto que prendia os corações dos moradores. Ainda havia destruição, claro — casas em ruínas, campos ressecados pela magia negra —, mas agora, tudo parecia... vivo. Com potencial. Com esperança.
Aedan caminhava entre os aldeões com Elena ao seu lado. As pessoas se aproximavam, tocavam suas mã