A noite caiu rapidamente, como se o próprio céu tivesse pressa de esconder o que acontecia sob sua luz. O grupo descansava em um abrigo improvisado nas ruínas de um antigo templo druídico, coberto de musgo e gravuras esculpidas por mãos há muito esquecidas. A pedra fria dava uma falsa sensação de segurança, mas nenhum deles realmente dormia. O Fragmento da Lua, agora preso ao peito de Aedan por uma corrente de prata encantada, pulsava com luz suave, como um segundo coração.
— Dois fragmentos —