O ar dentro da Caverna de Osseran era frio e denso, como se a própria rocha respirasse há milênios. As paredes pulsavam com um brilho fosco, marcadas por runas antigas que pareciam se mover sutilmente à medida que o grupo avançava. Cada passo de Aedan fazia as runas responderem com luz, reconhecendo seu sangue, seu direito de estar ali. Era como se a caverna o esperasse.
— Isso é... vivo — murmurou Elena, tocando uma das inscrições com cautela.
— As runas leem o espírito, não só o sangue — expl