A floresta parecia mergulhada em um silêncio estranho. Não era o silêncio natural da madrugada, mas uma ausência absoluta de som, como se até o próprio vento temesse atravessar aquele território. Aedan caminhava à frente, os sentidos atentos, o corpo tenso como um arco prestes a disparar. Atrás dele, Elena seguia com passos leves, embora o olhar demonstrasse apreensão. Kaela e Lucas fechavam a formação, olhos atentos, mãos prontas para reagir a qualquer ameaça.
— Algo está errado — murmurou Kae