Clarice correu pela floresta como se o próprio vento estivesse em seus calcanhares.
O solo úmido escorregava sob suas botas, os galhos riscavam sua pele, mas ela não parava. Seus pulmões queimavam, os olhos ardiam com o peso do que havia visto, mas nada disso importava.
Ela precisava chegar à matilha.
Precisava contar a Ares.
A sombra havia sido libertada.
E Saphira... Saphira era o receptáculo.
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A grande casa de Thunderwoof surgiu diante de seus olhos, imponente como um templo de pedra escu