O Fôlego Ardente da Montanha
A escuridão da caverna não era apenas ausência de luz. Era espessa. Viva. Respirava por entre os sulcos das paredes como se observasse cada passo do grupo — e julgasse.
Clarice ia à frente, os olhos fixos no corredor escamado. A cada metro avançado, o calor aumentava. Era um calor que não queimava a pele, mas espreitava por dentro, como se testasse a resistência da alma.
Ao seu lado, Vel Faris murmurava palavras ancestrais, mantendo uma linha sutil de magia ati