Junior
Eu nunca imaginei que um orfanato pudesse me assustar tanto quanto uma sala de reuniões com investidores bilionários. Mas ali estava eu, parado na porta do “Lar Esperança” no Harlem, com uma pasta de documentos na mão e o coração batendo como se fosse a apresentação mais importante da minha vida.
Tinha escolhido esse lugar especificamente. Não era o maior, nem o mais famoso, era pequeno, acolhedor, com 38 crianças entre 4 e 14 anos. A diretora, uma mulher negra de uns 55 anos chamada Sr