Junior
Nas semanas seguintes à alta foram um borrão lento de dor, remédios e amor silencioso.
Eu me recuperava bem fisicamente, o médico tinha dito que a facada não atingiu órgãos vitais, que a cicatrização estava boa e que em 2 semanas eu poderia voltar a trabalhar normalmente. Mas por dentro, eu ainda sangrava. A perda do nosso bebê era uma ferida aberta que nenhum ponto conseguia fechar. Eu via isso nos olhos de Tiana todos os dias. Ela sorria quando eu olhava, mas o sorriso não chegava aos